Resenha: O conto da Aia

O conto da Aia
Autora: Margareth Atwood
Editora: Rocco
Páginas: 366

Sinopse: O romance distópico O conto da aia, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como “liberdade”. Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. Uma das obras mais importantes da premiada escritora canadense, conhecida por seu ativismo político, ambiental e em prol das causas femininas, O conto da aia foi escrito em 1985 e inspirou a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original), produzida pelo canal de streaming Hulu em 2017. As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado. A Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar, depois que uma catástrofe nuclear tornou estéril um grande número de pessoas. E sem dúvida, ainda que vigiada dia e noite e ceifada em seus direitos mais básicos, o destino de uma aia ainda é melhor que o das não-mulheres, como são chamadas aquelas que não podem ter filhos, as homossexuais, viúvas e feministas, condenadas a trabalhos forçados nas colônias, lugares onde o nível de radiação é mortífero. Com esta história assustadora, Margaret Atwood leva o leitor a refletir sobre liberdade, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, principalmente, o presente. Vencedor do Arthur C. Clarke Award.

O que eu achei: Esse é um livro de ficção científica bem forte de se ler, a linha do tempo dele também é um pouco complicada de se entender, assim como a escrita, mas foi de grande aprendizado.
Eu assisti a primeira temporada da série e a cada episódio eu ficava mais chocada, As coisas no livro acontecem mais devagar e de uma forma bem diferente. Mas eu gostei sim do livro apesar de achar complicado de entender, ele tem muita emoção, é um mundo paralelo onde as mulheres perdem todos os direitos, uma verdadeira ditadura. Offred é a personagem principal, uma Aia (mulher usara para procriação). Haviam várias delas e todas tinham o propósito de ficar em determinada casa até conceber um filho ao casal.
Como eu já disse é um livro forte, e por mais que seja antigo, as questões políticas tratadas nele são muito atuais. Eu acho que vale super a leitura.

 

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13 comentários

  1. Para mim esse livro é mesmo uma novidade, ainda não tinha ouvido falar, mas parece ter uma história bem bonita
    Beijinhos
    Novo post
    Tem post novos todos os dias

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  2. Essa história é muito interessante, vi alguns trechos da série e adorei.
    Beijinhos ;*
    Blog Menina Caprichosa |

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  3. Não conhecia, mas vou tomar nota!

    Isabel Sá  
    Brilhos da Moda

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  4. Eu nunca li, mas penso que é uma leitura válida.
    Assisti alguns episódios da série e gostei.
    Beijos!
    Pam Lepletier

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  5. Quero muito ler. Nunca li nenhuma distopia e ando com vontade. Também quero o "1984"
    Boa semana
    Coisas de Feltro

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  6. Apesar de ser uma leitura forte, fiquei com vontade de ler esse livro, mas ainda + de ver a série.

    Beijos/Kisses.



    Anete Oliveira

    Blog Coisitas e Coisinhas

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  7. Assumo que tenho zero coragem de ler ele, sei lá sei que vai mexer bem no meu emocional nesse momento atual

    Beijos
    www.pimentadeacucar.com

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  8. Já ouvi falar super bem desse livro, deve ser ótimo.
    Big Beijos,
    Lulu on the sky

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  9. Amei a resenha. Ainda não li o livro, mas adorei a série, mesmo sendo apavorante pensar em um futuro assim.
    Faz um tempo que quero lê-lo e a continuação também.
    beijos
    https://www.dearlytay.com.br/

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  10. Imagino o quão pesado ele deva ser. Valeu pela resenha!

    Boa semana!

    Jovem Jornalista
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    Até mais, Emerson Garcia

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  11. Sou completamente apaixonada por livros, sua resenha foi bem detalhada fiquei curiosa para descobrir toda historia. Blog ♥

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